quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O Amor Vence a Tentação


Autor: Rev. José Mauricio Passos Nepomuceno

Muitas são as chances de que um discípulo de Jesus caia em pecado, porque muitas são as tentações que nos induzem a errar o alvo da nossa existência, que é viver para a glória e o agrado de Deus.
Imagem colhida no site "defensores da cruz de Cristo"
sem designação do autor
A tentação pode mudar sua forma e objeto, mas sempre tenderá a colocar o nosso prazer e alegrias pessoais à frente do interesse naquilo que é o prazer e a alegria de Deus. A tentação te levará a escolher a si mesmo, antes que escolher a Deus.
Infelizmente, o cair em tentação é muito frequente e o problema é que muitos nem percebem que caíram. Isto ocorre porque temos considerado cair em tentação apenas aquelas ações mais rudes que nos levam a quebrar a lei de Deus, por exemplo, o adultério, pornografia, furtos etc.
Mas há muitas quedas em tentação que passam despercebidas, como a pouca consideração pela adoração a Deus, a intromissão de outros interesses substituindo o genuíno amor e fervor para com o Reino de Cristo etc. A tentação pode assumir máscaras com nomes nobres: “dever”, “ministério” e até “em obediência a Deus” (é só lembrar das justificativas dos fariseus para crucificarem Jesus).
A força para vencer a tentação deve vir de nosso amor a Deus. Sem um exercício constante deste amor, fortalecendo nosso caráter e moldando nossa maneira de pensar não alcançaremos a graça de vencer as tentações mais sutis.
Quando vemos o modo como Jesus Cristo venceu as tentações, percebemos que a força que o moveu era o desejo interior de fazer a vontade de seu Pai. A pedra mais fundamental do processo da vitória de Cristo sobre a tentação se concentrou no seu amor a Deus e em como ele escolheu a vontade e o prazer de Deus, antes que os seus próprios interesses.
O Diabo tentou-o oferecendo três coisas: satisfação das necessidades básicas (Mateus 4.1 a 4); busca egocêntrica da ajuda divina (Mateus 4.5 a 7) e a glória pessoal (Mateus 4.8 a 10). Em comum, estas três ações da tentação apresentavam o egocentrismo como o ponto de partida para a vida.
Nenhuma vida é boa se não agrada a Deus. Nenhuma saída liberta sem que Ele se alegre. O amor a Deus, o levará ao senso de busca daquilo que o agrada e criará em você a aversão por tudo o que entristece o seu Deus. Considere  que é fácil cair e lembre-se: Quem está em pé, veja que não caia!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Comunhão Produzida Pelo Amor a Deus


Autor: Rev. José Mauricio Passos Nepomuceno

O mais impressionante dia da vida de João Batista com certeza foi o dia em que, estando ele às margens do rio Jordão, viu aproximar-se um homem, um galileu, cuja vida estava ligada à dele antes mesmo do seu nascimento.
Era Jesus de Nazaré e João sabia que se tratava de alguém especial, então lhe disse: “eu é que preciso ser batizado por ti” (Mateus 3.14). A resposta de Jesus foi: “Deixa por enquanto, porque convém cumprir toda a justiça” (verso 15). E, assim, João o Batizou e, logo que Jesus saiu da água, os céus se abriram para ele e o Espírito Santo lhe apareceu em forma de pomba e uma voz do céu foi ouvida: “Este é o meu filho amado, em quem me comprazo” (verso 17).
Deus tinha prazer na vida de Jesus e o amava intensamente. O amor de Deus por seu Filho tinha uma especial correspondência por parte de Jesus, pois ele amava o amava de todo o seu coração e estava disposto a viver para a sua glória, sob a sua santa vontade.
Precisamos aprender que o amor a Deus produzirá comunhão entre em nós e o Senhor. Mais quais são as marcas do amor de Jesus a Deus que podemos também demonstrar em nossa vida? Como podemos viver em comunhão tão elevada com o Altíssimo?
Olhando para este texto aprendemos algumas verdades sobre o amor a Deus. A primeira delas é não deixar com que o nosso amor por nós mesmos nos domine.
Jesus não cedeu à pressão de João, quando este, tentou fazê-lo mudar de ideia e em lugar de ser batizado, batizar (verso 14). O amor verdadeiro a Deus nos leva a resistir o viver para a própria glória.
Em seguida, Jesus afirmou que era necessário cumprir toda a justiça (verso 15). Isso nos faz  perceber que o verdadeiro amor a Deus é obediente e sinceramente devotado a fazer a vontade de Deus.
E o passo mais completo da vida de Jesus e do seu relacionamento com o Pai que devemos imitar era a intencionalidade com que Jesus vivia para agradar a Deus, por isso é dito dele: “...em quem me comprazo”.
Um amor assim, altruísta, dedicado e propositadamente intencionado em viver para agradar a Deus só poderá nos levar a um nível de comunhão com Deus, que nos fará distintos dos outros homens. Proponha-se a ser alguém assim Não julgue os outros, mas a si mesmo e viva para amar a Deus!



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Frutificação - Um Produto do Amor


Autor: Rev. José Mauricio Passos Nepomuceno

Não é, sequer, necessário discutir sobre a importância da vida cristã frutífera. Sabemos que os frutos da nossa vida são a consequência natural da nossa relação com Deus. A questão que levantamos hoje é: o que nos leva a frutificar?
A união com Cristo é a raiz da produção de frutos em nossa vida: “Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanecer em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto” (João 15.5). Todo cristão verdadeiro produz fruto, ao menos os frutos básicos do arrependimento e da descoberta da vida com Deus, por exemplo.
Entretanto, a vida de muitos crentes parece uma árvore completamente seca, distante, desnutrida, infrutífera e completamente descompromissada com a produção de novos frutos. O que fazer para que este estado de coisas seja transformado? Como trabalhar para que mais e mais a nossa vida seja frondosa e produtiva?
Os frutos são as obras que realizamos as quais demonstram que estamos ligados a Cristo, que temos o fluir da vida de Cristo em nós. Mas, o fluir a vida de Cristo só pode ser visto na medida em que nós agimos, em como vivemos enquanto ramos da videira. Então, qual é a qualidade mais especial de nossa ligação com Jesus? Qual é a seiva da vida de Cristo? O amor é a resposta, ele nos leva a frutificar.
O amor nos liga a Cristo: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama” (João 14.21). O curioso nesta palavra é que os mandamentos de Deus se resumem justamente no “amor”. O amor nos une a Ele e o amor nos une ao nosso próximo. Os frutos deste amor são as ações que revelam que O amamos acima de tudo bem como a nossa percepção da importância e necessidade que temos das outras pessoas.
A falta de frutos na vida cristã aponta para uma doença que compromete a direção do nosso amor. O nome dessa doença é “idolatria”. Algum amor idolátrico substitui o verdadeiro amor que devemos a Deus e a sua consequente escolha pelo amor ao próximo. Normalmente, esse amor idolátrico tem como direção o “ego” e se disfarça em muitas estatuetas: a falta de tempo; as lutas do dia-a-dia; necessidades da família etc.
Lute intensamente contra qualquer interferência no seu amor a Deus. Reforce o seu interesse pela palavra que o leva ao amor verdadeiro. Frutificar é resultado de sua luta para amar a Deus e viver este amor.



sábado, 29 de dezembro de 2012

O Projeto de Uma Vida Com Jesus - Bom Final de 2013


Autor: Rev. José Mauricio Passos Nepomuceno

crédito: Imagem do Blog da Mônica Vieira
Reconheço que o título desta pastoral soa “repetitivo” e cheira “lugar comum”. O tema é repetitivo porque, com certeza, você já se posicionou com esta intenção e é lugar comum porque além de você, muitos outros também já fizeram um projeto pessoal semelhante.
Não obstante, precisamos repetir e versar sobre o tema que tantos já trabalharam, porque, na maior parte dos casos, não estamos completamente satisfeitos com os resultados obtidos nestes planos que traçamos de uma vida com Cristo.
Entretanto, estou pensando que desta vez, podemos pensar algo um pouco diferente. Normalmente, os nossos planos começam com projetos de como começar a viver com Cristo o Ano Novo. Mas, acredito que talvez seria melhor pensar em “como desejo terminar o ano de 2013 com Cristo”.
Talvez você pudesse idealizar os resultados que gostaria de obter na sua vida com Cristo e, somente depois disto, pensar em como fazer para chegar lá. Por exemplo, talvez você gostaria de terminar o ano de 2013 com a sua família inteira servindo a Cristo ao seu lado, todos animados e dispostos a caminhar muito além do que já alcançaram. Bem, se este fosse o seu plano, agora você deveria pensar seriamente sobre o que fazer para alcançar algo assim.
Planejar o final para pensar o presente não é algo assim tão estranho. Quando você olha para as Escrituras e percebe que o Senhor propõe constantemente que pensemos que no “final” haveremos de morar em um lugar pleno de sua presença, livres do pecado e prontos para exercer em plenitude todos os nossos dons, faculdades e capacidades para servi-lo e glorifica-lo, então, você descobre que Ele te mostra o fim para que o presente seja trabalhado de forma a alcançar aquele propósito.
Meus caros irmãos, nossa Igreja precisa passar por uma profunda auto avaliação. Todos precisamos perguntar: aonde quereremos chegar e que Igreja que desejamos ser para o Senhor?
Graças à Providência de Deus, nós não precisamos planejar o nosso fim, ao contrário, a Bíblia constantemente fala do desejo de Deus é estar perto de nós e fazer morada em nós. Assim, só precisamos tomar este propósito e, como igreja, planejar em como estaremos vivendo a presença dEle na nossa vida eclesiástica no final de 2013. Agora é trabalhar para chegar lá! Feliz Final de 2013 com Cristo!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Reconciliação Como Objetivo


Autor: Rev. José Mauricio Passos Nepomuceno

Toda a disciplina do Senhor sobre  Judá e Israel, conforme nos escreveu o profeta Jeremias, tinha como objetivo final a reconciliação das duas casas dos filhos de Deus.
A crise do Reino Dividido, que se iniciou no governo de Roboão, o filho de Salomão, quando observamos tudo do ponto de vista daquilo que agrada a Deus, não se tratou apenas de um evento político ou uma escolha humana, mas do mais nefasto efeito do pecado: o repúdio à Palavra de Deus. 
A falta de amor a Deus e ao próximo grandemente manifestadas neste período, eram os resultados mais óbvios da rejeição da Palavra do Senhor. Lembrando que a Lei de Deus pode ser corretamente resumida no amor.
O povo de Deus andou de coração endurecido e não queria rever sua posição. Reis e sacerdotes moveram-se na direção contrária, incentivando todo o povo a viver em discórdia com a Lei de Deus, vivendo segundo os seus interesses políticos e materiais. O resultado de tudo isto é que a disciplina do Senhor sobreveio sobre as duas nações da Aliança. Neste ponto, entrou na História o profeta Jeremias.
O profeta denunciou este abandono da Palavra de Deus e consequente falta de amor, mostrando que o resultado deste caminho foi que no coração deles nasceria a lealdade a outros deuses: “Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto que não eram deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito (Jeremias 2.11).
Abandonaria, então, Deus totalmente os seus filhos? De forma alguma! O Senhor não os deixaria afundados em seus próprios pecados. Mas, levantaria sobre as suas casas a vara da sua disciplina. Deus os levaria ao cativeiro para os corrigir.
A questão que levantamos agora é: porque Deus faria isto? Com qual objetivo ele nos corrige dos nossos caminhos tortuosos, disciplinando-nos? A resposta é dupla: Deus deseja a reconciliação com Ele próprio e de cada um de nós com o nosso próximo.
“Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o Senhor; porque eu sou o vosso esposo (...) Naqueles dias, andará a casa de Judá com a casa de Israel, e virão juntas da terra do Norte para terra que dei em herança a vossos pais (Jeremias 3.14 a 18). Neste texto o profeta pode nos faz conhecer como Deus nos chama para Ele manifestando sua presença na unidade de seu povo.
Deus perdoará nossas iniquidades e nossa falta de amor e o resultado deste perdão é que andaremos na luz, em comunhão com ele e com o nosso próximo. Portanto, a reconciliação é o grande objetivo da Cruz do perdão, onde Cristo nos fez um!

sábado, 22 de setembro de 2012

Servi ao Senhor Com Alegria!


Autor: Rev. J.Mauricio P. Nepomuceno

O Salmo 100 é um grande desafio para nós! Você já pensou no que o salmista está propondo? Então, preste atenção: “Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” (Salmo 100.1 e 2).
Há muitos crentes que perderam a perspectiva da alegria cristã como uma marca de sua vida com Deus. A questão da “alegria em Deus” para muitos cristãos tornou-se um grande fardo. Pois, na verdade, sentem-se na obrigação de demonstrar alegria no Senhor, mas vivem interiormente sem se alegrar no Senhor.
Eu pergunto a você: será possível que nosso coração seja suprido de alegria em todos os momentos da nossa vida com Deus? Como isso pode ocorrer?
Olhando para o Salmo, percebemos que o verso 3 parece indicar que, a razão daquela alegria proposta nos versos 1 e 2, repousam em um conhecimento significativo de quem é o nosso Deus. Neste caso específico, o fato de Deus ser quem é, nosso Criador, Libertador e Ajudador: “Sabei que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio” (verso 3).
A mesma estrutura se repete nos versos 4 e 5, apontando para a gratidão como expressão de alegria, porque Deus é bom e misericordioso. Então, concluo que a fonte de nossa alegria não está exatamente em nós e em nossas possibilidades, mas em conhecermos e reconhecermos em cada situação da vida a obra de Deus por nós.
Na verdade, a Palavra do Senhor nos incentiva a perceber que Deus é o nosso maior tesouro. Pela Palavra somos conduzidos a um modelo de vida que se descobre segura e completa em Deus. Portanto, Deus quer que substituamos todos os outros interesses do nosso coração caído por um só: amor e confiança nEle.
O salmista propõe um modelo existencial centrado em Deus, que se fortalece na percepção diária da presença e na obra do Senhor. Somos chamados para repousar nossa esperança nAquele que cuida de nós e nos pastoreia.
Alegrar-se no Senhor, portanto, é resultado direto de uma vida que se dispõe a confiar completamente em Deus e amá-lo acima de tudo. Você não é chamado a obedecer uma ordem de se alegrar, mas é instado a conhecer melhor o seu Deus e, assim, alegrar-se nEle!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Jesus, Alegria dos Homens

Autor: Rev. José Mauricio Passos Nepomuceno



Johann Sebastian Bach é o autor de belas peças musicais. Uma, em particular, tornou-se um clássico cristão: “Jesus, Alegria dos Homens”. Trata-se da peça final, para o majestoso encerramento da cantata “Coração e Boca, Ações e Vida”. É como se Bach quisesse dizer que o final de tudo é Jesus e sem Ele tudo se perde.
O Senhor Jesus, na sua famosa “Oração Sacerdotal”, apesar de fazer uma afirmação das dificuldades de nossa vida neste mundo “...no mundo passais por aflição, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”, ao entregar ao Pai a sua intercessão em favor dos seus, diz: “...para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos” (João 17.13b).
Jesus está pedindo a Deus que supra o Seu povo com um tipo de alegria que esteja centrada nEle e não no mundo, afinal, o mundo é um lugar de aflições, perseguições e ódio contra os filhos do Altíssimo. Assim, então, roga ao Pai para que conceda ao coração dos seus discípulos a mais preciosa alegria, aquela que não depende das circunstâncias, mas da capacidade de aprenderem dEle, o Filho do Deus Criador.  
No Livro de Apocalipse notamos os diversos louvores de exaltação e gratidão ao Cordeiro de Deus que está assentado no Trono. Percebemos ali que o universo, homens e seres celestiais têm sua concentração em Jesus e dEle tiram toda a sua alegria. O Cordeiro Glorioso é a fonte de onde todos tiram a inspiração para o louvor e satisfação que há no ambiente precioso do lugar celestial. 
A contemplação da Glória de Cristo é o alvo da existência celestial, mas este tipo de sentimento de alegria pode perpassar a nossa vida no presente também, é isso que Jesus está nos ensinando na Oração Sacerdotal, a pedir ao Pai que nos conceda essa graça. Mas, como é possível ter uma alegria inabalável em Cristo, em um mundo tão hostil à nossa fé? 
Jesus, nos versos que antecedem essa afirmação, nos dá sugestões para este caminho. Ele aponta para a unidade da Igreja como instrumento desta alegria: “...que eles sejam um” (verso 11). Às vezes, perdemos de vista a importância da comunhão dos crentes, a unidade da Igreja. Mas este é um dos temas mais apontados tanto no Velho como no Novo Testamento. Não se trata de propaganda pró-igreja, mas do método escolhido por Deus para manifestar sua glória entre os homens: "...neles, eu sou glorificado" (João 17.10). 
Para Jesus, a unidade do seu povo é uma decorrência natural da proximidade que há entre Ele e seus discípulos: “eu estava com eles e guardava-os” (verso 12). Desta forma, ele pontua sobre a necessidade que temos de que a nossa comunhão não gire em tornos apenas de projetos comuns que tenhamos, mas do projeto de vida que identifica Cristo como o centro de todas as coisas. 
Por fim, Jesus faz uma ligação direta entre a sua Palavra e a nossa perfeita alegria nEle: “...isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos” (verso 13). Os homens podem ouvir coisas sobre Cristo, histórias sobre sua vida na Palestina, ensinos, milagres etc. Mas foi aos discípulos que Ele deu a conhecer o mistério da perfeita experiência de gozo completo nEle. O crescimento perfeito de uma profunda satisfação em ter Cristo. 
Infelizmente, o cristianismo tem perdido essa perspectiva da preciosidade de Cristo e, em nossos dias, são poucos os que conseguem desfrutar do prazer de ter a Cristo. Essa é só mais uma das claras demonstrações da nossa necessidade de aprendermos mais de Cristo.
Jesus, Alegria dos Homens é uma música belissima! Contudo, a perfeição de sua construção harmônica é, na verdade, como uma pequena gota frente ao Oceano de Beleza e Felicidade que há em Cristo! 



JESUS, ALEGRIA DOS HOMENS
Jesus continua a ser minha alegria,Meu coração, consolo e força.Jesus cura todo sofrimento,Ele é a força da minha vida,Meus olhos, meu prazer e meu sol;Minha alma, tesouro e regozijo.Por isso, eu não deixo JesusFora do meu coração e do meu alcance.Bom pra mim que tenho Jesus.Oh, eu o seguro tão firmeQue o meu coração se fortaleceSe estou doente ou triste.Eu tenho Jesus, que me amaE me dá tudo o que tenho.Por isso, eu não deixo Jesus,Ainda que meu coração se parta.

(Tradução: Bruna Gomes Cordeiro)